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  • FELUJA desenvolve soluções tecnológicas a partir da cidade da Beira

    FELUJA desenvolve soluções tecnológicas a partir da cidade da Beira

    A FELUJA é uma empresa de direito moçambicano constituída em 2015, depois de dois anos de estudo e observação da realidade e do comportamento dos dados estatísticos.

    A empresa actua em consultoria, assessoria, programação informática, prestação de serviços e aluguer de equipamentos, procurando desenvolver soluções tecnológicas adequadas ao mercado nacional.

    Perfil publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Escola Palmo e Meio aposta numa educação de excelência na Beira

    Escola Palmo e Meio aposta numa educação de excelência na Beira

    Criada em 5 de Setembro de 2012, a Escola Primária Palmo e Meio opera nas áreas de ensino pré-escolar, dos três aos cinco anos, e ensino primário, da primeira à quinta classe.

    A instituição destaca a transmissão de conceitos, hábitos e atitudes de forma simples e prática, procurando integrar os alunos nos valores da sociedade e criar condições para o seu desenvolvimento cognitivo, afectivo, físico e social.

    Perfil publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Clique leva soluções de informática e segurança electrónica às PME

    Clique leva soluções de informática e segurança electrónica às PME

    A Clique é uma provedora de serviços de tecnologias de informação dedicada a soluções no ramo das TIC para pequenas e médias empresas e clientes particulares.

    Com uma equipa jovem, dinâmica e versátil, a empresa apresenta serviços orientados às necessidades dos clientes, com foco na qualidade e eficiência. A proposta publicada na revista destaca a simplificação e optimização de processos empresariais através da tecnologia.

    Perfil publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • As cinco competências de quem é inovador

    As cinco competências de quem é inovador

    AS 5 COMPETÊNCIAS DE QUEM É INOVADOR, SEGUNDO O MIT Artigo de opinião Há cinco anos, os pesquisadores Hal Gregersen, Jeff Dyer e Clayton Christensen publicaram The Innovator’s DNA Mastering the Five Skills of Disruptive Innovators ("O DNA do Inovador: Dominando as cinco habilidades dos inovadores disruptivos traduzido). "Vocêtempouco podersobreo quenão éseu." -Provérbio Zimbabweano Empesquisasparaolivro,eles entrevistarammaisde100inventoresde produtoseserviçosrevolucionários,e concluíramqueainovaçãoécompostapor cincocomponentesprincipais.Gregersen, queactualmenteministraumcursonoMIT inspiradoemseulivro,falouaoBusiness Insidersobretaishabilidades.Vejaaseguir quaiselassão,ecomodesenvolvê-las: Associar Associarrefere-seàcapacidadedeconectar ideiasaparentementeincongruentes.Larry Page,co-fundadordoGoogle,porexemplo, conceptualizouaferramentadebuscaa partirdainformaçãodequejornais académicosavaliavampesquisadoresde acordocomonúmerodecitaçõesqueeles recebiam.Associarequestionarsãoas únicasduashabilidadesdalistaquetodos osgrandesinovadorescompartilham, segundoGregersen.Paratreinaressa habilidade,umasugestãoéacessaraum artigoaleatórionoWikipediaetentarpensar comoaquelainformaçãopodeserelacionar aumproblemadesuaempresapor exemplo. Publique seu artigo de opinião na nossa revista.: info@beiraconnect.com

    Questionar De acordo com Gregersen, os inovadores entrevistados não faziam apenas perguntas, mas perguntas desafiadoras que provocavam o “status quo" (uma expressão do latim que significa “estado atual”, relacionada ao estado dos fatos, das situações e das coisas, independentemente do momento). Uma forma de desenvolver essa competência é impor restrições fictícias à sua forma de agir e pensar, por exemplo, "se nós fôssemos legalmente proibidos de vender para nossos clientes atuais, como ganharíamos dinheiro no ano que vem?". Observar Observar significa examinar o comportamento quotidiano das pessoas em diversas situações. Ao fazer isso, torna-se possível perceber como os indivíduos contornam seus problemas do dia-a-dia, ou mesmo entender melhor os problemas que outras pessoas enfrentam. Essa informação pode ser essencial. Segundo Gregersen, não é essencial que os inovadores possuam essa habilidade, ou as outras duas seguintes, uma vez que, frequentemente, eles trabalham com outras pessoas que já as têm. Experimentar A ideia por trás de experimentar é envolver-se em diversas experiências de aprendizado que não estão diretamente conectadas com o problema no qual você está trabalhando. Isso pode ser exercitado viajando para um país diferente, ou fazendo um curso sobre um assunto fora de sua área. Às vezes, a única resposta para a pergunta "E se…?" é experimentar, dizem os pesquisadores no livro. Networking Para muitos profissionais, o networking é apenas uma maneira de estabelecer uma rede de contactos, conhecer alguém que possui os recursos desejados ou encontrar alguém disposto a comprar seus serviços. Os inovadores, porém, vêm o networking como uma forma de conhecer pessoas com ideias e perspectivas diferentes. Uma maneira de mudar sua perspetiva com relação ao networking é comparecer a cada ano, a pelo menos duas conferências: uma relacionada à sua área, e outra sem relação. Ao conversar com as pessoas que trabalham com problemas diferentes, talvez você encontre as soluções para os seus. Não fique parado e pratique o seu lado inovador, nós precisamos, África precisa e Moçambique merece ter inovadores distintos. Por:DavidFranco Um jovem com potencial e visão estratégica no negócio ou seja um empreendedor em série, sonhador e cheio de garra para vencer desafios. Um construtor de oportunidades (empregos) através do foco em solucionar os problemas da sociedade. Criativo e sempre com vontade de fazer diferente, empenhado e sem medo de arrisca.

    Publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Hub Link liga jovens empreendedores na cidade da Beira

    Hub Link liga jovens empreendedores na cidade da Beira

    Hub Link a receita que faltava no mundo do empreendedorismo e startups na cidade da Beira Nos dias de hoje o “Em preendedorism o e Networking” tornaram se um as das palavras m ais usadas no m undo e em Moçam bique, especialm ente entre os jovens, pois, as universidades, o Governo, e entre outras entidades vem fom entando o em preendedorism o com o a saída face a falta de em prego na sociedade Moçam bicana e o Networking com o a nova m oeda do m ercado.

    Na província de Sofala em particular na cidade da Beira vem surtindo efeito, pois, temos notado a crescente onda de empreendedores e startups que nascem a cada dia no mercado do chiveve e arredores. Foi olhando para esse crescimento que surgiu o Hub Link, criada pelo Beira Hub em parceria com a AIESEC e vários empreendedores residentes na Beira. Uma iniciativa sem fins lucrativos que pretende orientar potenciais empreendedores e Startups em aspectos técnicos para evolução do seu negócio, através de um roteiro de capacitação e orientação Próbono, e para fazer parte de uma rede de empreendedores nacionais. O Hub Link teve o seu lançamento no passado dia 12 de Agosto de 2017, no anfiteatro dos Campos da universidade Zambeze, Bairro do Matacuane Cidade da Beira. Um evento digno de empreendedores e jovens com vontade de aprender e empreender. Pois, além de contar com mais de 100 participantes, o evento também contou com palestrantes com uma experiência e visão ampla para o mundo dos negócios como o Engenheiro Felisberto Botão cujo sua história motiva vários jovens que almejam alcançar um espaço no mercado nacional, a Silvina Viage que deu uma lição plausível sobre a gestão financeira e o Bernardo Magira que de uma forma simples deixou os participantes em alta reflexão sobre quais caminhos seguir para o sucesso. Acreditamos que um projecto como Hub Link que é aberto e receptivo a todos jovens da cidade da Beira que pretendam estruturar uma ideia de negócio, com vista a sua implementação ou que queiram conhecer, participar da rede de empreendedores e Startups a nível nacional e internacional, deve ser mantido por gerações e gerações porque são dessas iniciativas que precisamos para melhorarmos a economia local aumentando o número de pequenas empresas legalizadas que tenham noção do seu negócio e mercado. Fica a dica para os empreendedores, Startups e Freelancers na cidade da Beira é simples “junte-se ao Hub Link” porque a partir dele podes mudar a sua história ou a sua jornada empreendedora. Por: Equipe Beira Connect

    Publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Fazendo negócios na cidade da Beira com Jorge Fernandes

    Fazendo negócios na cidade da Beira com Jorge Fernandes

    FAZENDO NEGÓCIOS NA CIDADE DA BEIRA Destaque Com o Presidente da ACB Jorge Fernandes

    O mercado actual está cada vez mais competitivo. Nos dias de hoje, prestar um serviço de excelência e garantir o cumprimento das necessidades dos utentes torna-se uma necessidade estratégica de qualquer ecossistema empresarial que queira ajudar no crescimento da economia local. Ao longo dos últimos anos têm-se assistido a uma constante preocupação em torno dos serviços prestados pelas entidades empresariais, associações e empreendedores do sector empresarial um pouco por todo o nosso país; tendo a avaliação de desempenho um papel preponderante para o alcance da eficiência e eficácia nos processos empresariais, e no ecossistema empresarial local e nacional. Entretanto, para uma breve análise do sector empresarial local na cidade da Beira, o Beira Connect teve a honra de conversar com o conceituado e renomado empresário Jorge Augusto Fernandes, mais acarinhado por Jorge Fernandes no sector empresarial, onde actua a mais de 30 anos. Sendo que actualmente desempenha as funções de presidente da Associação Comercial da Beira (ACB) desde Agosto de 2017, e de empresário na área de serviços onde pelas circunstâncias e um “empurrão” da vida, viu-se em tal posição. “Muitas vezes, estudamos com a intenção de nos tornarmos empregados, noutras vezes funcionários; raramente estudamos com a intenção de nos tornarmos empresários, porque a função de empresário não é uma profissão que se aprende no banco da escola, mas sim um conjunto de momentos favoráveis que nos obrigam, nos auxiliam, ou ainda nos incentivam a tomar a atitude de entrar para o mundo dos negócios; pois a vida as vezes surpreende-nos!” Afirmou! Bom, sabemos que a chave do crescimento do ecossistema empresarial na cidade da Beira pode estar na flexibilidade e adaptabilidade dos agentes e organizações. Seja para operações do sector público, cuja actividade é prestação do serviço público, seja para organizações privadas com fins lucrativos, ou mesmo para organizações sem fins lucrativos impulsionadas pelo compromisso com uma causa em particular. Segundo o presidente da ACB, “sempre que falamos do ecossistema empresarial local temos de levar em consideração vários factores, e isto começa por analisar a característica que a cidade da Beira tem. Ora, a nossa cidade vive 80% da sua força de serviços e o resto são complementares (comércio e indústria). Mas os serviços é que dão um suporte grande na medida em que a Beira está privilegiada por estar situada na plataforma giratória que alimenta não só a zona centro e norte mas também os países do interland (Malawi, Zâmbia, Zimbabwe, Botswana). Então temos de começar a ver a Beira nesse sentido, tendo em conta o facto de que o porto é o coração e o pulsar que dá sustentabilidade a outros conjuntos de serviços que surgem a volta dele, e isso faz da cidade da Beira uma cidade de serviços. Analisando outros factores, a Beira é uma cidade industrial com um parque comercial dividido em vários fragmentos e especialidades como os pequenos serviços (farmácias, lojas de produtos alimentares, talhos, sapatarias), e com tais pequenos serviços, todas aquelas regras de negócios que fazem parte desse mundo empresarial. Por isso é uma tarefa complexa desde logo, pela diversidade de agentes económicos com importância para a análise, e pela dificuldade de conjugação de interesses.

    Para além destes factores, temos as dificuldades que os empresários enfrentam no seio desse ecossistema, dentro do qual tais dificuldades devem ser analisadas profundamente, pois os empresários não apareceram por si só, apareceram por uma causa, uns mais velhos e outros mais novos, e os tempos foram dando mais oportunidades a uns e menos a outros. Todavia, as oportunidades foram no geral favoráveis porque hoje toda gente que tem uma empresa, tem-na porque o negócio é rentável e dá para pagar os custos de operação e ainda sobrar “algum” como lucro para mais investimentos. Por outro lado, se analisarmos a questão das dificuldades, notaremos que em qualquer processo tudo é difícil, ou seja, não encontramos um processo que possamos dizer que é linear e que é fácil de fazer, porque o negócio de facto não é fácil de fazer. Há ainda no negócio uma particularidade, não se pode contar com a sorte, porque o fator sorte no negócio não é preponderante, o negócio é sim fruto de vários factores de orientação que ditam o sucesso ou o insucesso do mesmo. Portanto, para termos uma resposta para as dificuldades na cidade da Beira, tínhamos de imprimir esforços porque encontramo-nos em tempos diferentes do que era há 3 (três) anos. O mercado está diferente e a moeda desvalorizou-se, resultando no aumentou do custo de vida e noutros desafios. Todavia, de uma maneira geral, aqueles que cientificamente seguem a regras do negócio, defendem-se perante as dificuldades. Por outro lado, temos acompanhado a crise que se instalou no nosso sector empresarial. Pese embora as crises provoquem dificuldades, também criam oportunidades de se fazer outras coisas diferentes. Porque isto assemelha-se a estarmos habituados a passar por uma estrada e de repente fecha-se tal estrada ou condiciona-se a passagem, em tais condições, temos de arranjar alternativas para chegar ao nosso destino. A crise chegou por vários motivos, e com ela as pessoas tiveram de se reinventar, e nestas situações o empresário tem de se reinventar igualmente, de modo que não pode continuar a fazer negócios como vinha fazendo antes da crise, porque se o fizer não alcançará os objectivos. Portanto a crise depende de como nós a vimos, se é de desgraça ou de oportunidades. Mais ainda, é em épocas de crise como esta que nenhuma empresa quer cometer erro, nenhum empresário quer cometer erro. Há empresários que são mais diligentes que outros, a uns que se informam mais que outros, e a uns que se previnem mais atempadamente que outros. Porque da previsão depende a prevenção, temos de prever o que vamos fazer no ano seguinte, muito antes do fim do ano. Se nos deparamos com vento favorável ou desfavorável, temos de adaptarmo-nos às circunstâncias e prepararmo-nos para o ano seguinte.

    Felizmente, hoje há muitas ferramentas a disposição, não só aquilo que a internet nos proporciona. O mundo virtual tem informação em abundância, assim como as associações empresariais que acolhem muitos seminários, cursos de aperfeiçoamento e técnicas de melhoramento. Por isso temos de estar atentos a mudanças e a oportunidades, e esse factor é um dos factores que realmente deve-se ter em causa. Existem 3 habilidades necessárias para termos um ecossistema empresarial bem-sucedido na cidade da Beira, a considerar: Primeiro, há uma condição básica que deve existir para que as coisas fluam, falo da facilitação que o governo tem de criar, as facilidades que o governo tem de dar como regulador das leis, para que as coisas fluam. Segundo, tem de haver um conjunto de condições harmoniosas para que o negócio possa fluir, refiro-me à energia, a água, as vias de acesso (porque normalmente o desenvolvimento mede-se pelos quilómetros de estradas pavimentadas ou pela quantidade de cimento vendido), e quando se vende cimento constrói-se, e ao se construir, uma série de pressupostos de agregados que desenvolvem. O terceiro ponto é um conjunto de condições de crescimento empresarial, e isto é dado através das associações, porque se os empresários não discutirem estratégias de desenvolvimento juntos, será muito difícil subir ao topo, porque duas ou três cabeças pensam melhor do que uma, e é justamente este, o espírito que deve existir. Deste modo estarão criadas as condições para que os negócios possam fluir, e um mercado saudável para receber investimentos de grandes envergaduras seja estabelecido! Porque se repararmos, a província de Sofala é a província que tem maior número de empresas de transportes, isto fruto de todo um conjunto de condições que o porto da Beira oferece, a partir das quais as pessoas são atraídas para o ramo dos transportes, o que resultou na constituição de muitas empresas ligadas a este ramo. Tomando-se por exemplo, há uns anos tínhamos crise de cimento, o mercado não tinha cimento para responder a demanda, o nível de construção era tão alto e a velocidade do crescimento era tão grande que o preço do cimento disparou e as empresas chegaram a ponto de registar rotura, contudo, foi uma fase, e passou. Assim sucessivamente, podemos olhar para a questão da banca por exemplo, queixamo-nos da questão dos juros que são altíssimos e é um facto, os juros praticados pela banca sufocam-nos, é inviável para um negociante ou empresário ir buscar dinheiro ao banco para financiamento! Porque ou arranja um artigo de rotação (compra e venda) muito rápido, e que lhe dê margem suficiente para cobrir a taxa de juros, ou terá cometido suicídio.

    É por questões como estas que a ACB tem feito muita coisa no mercado local, provincial e regional, não só na formação, mas também no fortalecimento das associações, e ao fortalecer as associações fortalece aos empresários. Na organização, principalmente do sector informal, existem trabalhos muito interessantes, e com matéria suficiente para que se alargue a base tributária. Portanto isso já está tudo feito, mas e o futuro? Bom o futuro a Deus pertence. Todavia, temos sempre em perspetiva aquilo que desenvolvemos, nesta altura a ACB está na área da formação profissional, com uma plataforma muito interessante a responder aos desafios que o país têm na área, e com inclusão de várias entidades como universidades, escolas técnicas, e escolas de formação. Portanto, é um fórum que foi criado com mais de 40 entidades, que se está a projectar para aquilo que são os desafios do futuro, o que é uma mais-valia. Para além de que a ACB também acabou de criar uma agência de emprego, isto para aliar o útil ao agradável, não só a formação profissional como a colocação, pois temos noção plena das dificuldades que os jovens têm em arranjar trabalho. Assim, a ideia é aperfeiçoarmos os nossos métodos no papel que a ACB tem no contexto do ecossistema empresarial local, razão pela qual estamos a desenvolver as plataformas mencionadas. Ao ritmo em que as coisas estão a acontecer e pela forma como se estão a organizar, também julgo que daqui a 10 anos a Beira estará num patamar muito melhor do que está agora, porque temos uma série de coisas na carteira a acontecer, falo da pesquisa do gás aqui no banco de Sofala, no Búzi, que é uma realidade, falo de todo um potencial que existe na na província, não só nos recursos mineiros, como também nos recursos agrícolas e faunísticos. Portanto há uma série de factores, incluindo o turismo visto que somos privilegiados nesta província por termos o parque nacional da Gorongosa. Com todos estes factores, julgo que haverá mais agressividade a fim de que se possa atingir outros níveis de desenvolvimentos ano a ano. Também temos a nova onda de jovens empreendedores que vem surgindo no mercado com novas abordagens para o sector empresarial que é de louvar, porque é disso que o país precisa, de jovens com coragem e não aventureiros, porque quando os jovens são corajosos e organizam-se, de certeza que têm futuro. Este movimento que está a acontecer é extremamente interessante porque hoje vemos jovens organizados que atuam em várias áreas, principalmente nas tecnologias de informação que são áreas que estão em franco desenvolvimento; mas também incentivá-los que aventurem em outras áreas, porquê não juntarem-se para montar uma padaria? Isto é um exemplo, o negócio do pão é bom, toda gente come pão todos os dias. Então, as vezes a questão é que os jovens vivam um pouco mais juntos de quem já tem mais experiência, e o que eu recomendo é que fiquem atentos a aquilo que normalmente as associações põem na impressa, quando ouvirem que há uma conferência sobre um determinado tema empresarial é melhor participarem porque normalmente quem vem falar são indivíduos que tem experiência e já passaram por dificuldades; é essa a experiência que deve ser transmitida aos jovens porque ao fim de tudo são os sucessores daquilo que está a acontecer agora no nosso mercado.

    Por fim, devemos saber que o foco hoje é a juventude, porque agora os jovens é que devem ser ousados, tendo ousadia tem iniciativas, tendo iniciativas vão ter reverses mas também depois vão ter proveitos, mais um ano, dois, três, quatro, e se estabilizam; e em cinco anos já são empresários, podem não ser ricos porque riqueza não cai do céu e volto a dizer não contem com a sorte. A sorte vamos deixa-la para que não nos caia um raio á cabeça ou então quando jogamos totobola ou lotaria, no mundo dos negócios vamos trabalhar. Assim foi a nossa conversa com o empresário e atual presidente da ACB Jorge Fernandes, sobre a análise do ecossistema empresarial na cidade da Beira, num momento em que são notáveis altos e baixos no mundo de negócios, que põem em causa a viabilidade dos mesmos face a crise que nos assola. Foi interessante perceber até que ponto uma dada entidade é mais, ou menos eficiente, e como estas entidades podem melhorar o seu desempenho. A análise incidiu sobre o ecossistema empresarial na cidade da Beira. Deste modo, verifica-se que as empresas pretendem cada vez mais alcançar melhores desempenhos mesmo sem disporem de condições viáveis para implementar todas as suas ideias de negócio. Por isso, existe a necessidade de agilizar e melhorar a burocracia e aspectos concernentes a lei, facilitações, etc. no ecossistema empresarial local. Por:EquipeBeiraConnect

    Publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Cidade da Beira recebe o programa Super Mentores

    Cidade da Beira recebe o programa Super Mentores

    Quando muitos dos jovens na cidade da Beira clamavam por oportunidades e financiadores para os seus projetos de negócios, eis que surge o programa Super Mentores, com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento do empreendedorismo em Moçambique através da criação de micro e pequenas empresas, garantindo a orientação e aconselhamento aos micro e pequenos empresários para que possam crescer profissionalmente, melhorando a sua qualidade de vida e assegurando o desenvolvimento económico do país. O programa foi concebido pela CDBrand em parceria com o Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME) e ADANSONIA Group, cujo lançamento na cidade da Beira teve lugar na sala de conferências do edifício da mCel, onde contou com a participação de muitos jovens universitários, empreendedores e oradores como Eng. Felisberto Botão, Celso Tembe, Lino Eustáquio e Leandro Brandão, sob moderação do conceituado apresentador Celso Domingos. Com esse programa os jovens da cidade da Beira e de Moçambique em geral vêm uma luz verde no fundo do túnel para realizarem seus sonhos e tirarem do papel as suas ideias para implementar no mercado nacional por meio desta iniciativa que é de grande valor para a economia nacional e o nosso empreendedorismo, visto que o programa vem para responder às necessidades do mercado no âmbito do acesso às oportunidades de desenvolvimento de negócios das micro, pequenas e médias empresas (MPME) através de iniciativas de formação, assistência técnica, financiamento e ligações empresariais para os seus beneficiários. Cidade da Beira é contemplada com o lançamento do programa Super Mentores SUPER MENTORES Por:EquipeBeiraConnect

    Publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Mito Armando Carvalho: empreendedor do mês na cidade da Beira

    Mito Armando Carvalho: empreendedor do mês na cidade da Beira

    EMPREENDEDOR DO MÊS NA CIDADE DA BEIRA MITO ARMANDO CARVALHO Na nossa rubrica “empreendedor do mês” conversamos com o jovem empreendedor Mito Armando Carvalho. Um empreendedor que reside na cidade da Beira e que atua na área dos negócios. Nesta entrevista Mito Armando Carvalho fala da sua motivação para abraçar o empreendedorismo e também dos desafios do empreendedorismo na cidade da Beira. Leia a entrevista abaixo para saber mais!

    R: Mito Armando Carvalho é um jovem empreendedor, jurista de profissão, actualmente a cursar o mestrado em direito fiscal e aduaneiro e diretor da empresa Shamah Multi Service, Lda. Presto serviços em contabilidade e recursos humanos a mais de 5 anos e já tive o privilégio de trabalhar com mais de 100 empresas em diversas áreas a nível da cidade da Beira. R: Desde de cedo quis ser independente, sendo que até 2012 encontrava-me empregado em uma empresa local na qual tive que rescindir o contrato porque via-me impedido de crescer na carreira, visto que trabalhava apenas sobre orientações e instruções dos superiores hierárquicos, o que dificultava a elaboração de novas metodologias para implantação dos serviços. Então, optei por seguir uma jornada empreendedora porque sentia que podia dar mais e fazer mais para solucionar problemas que muitos empreendedores e empresários enfrentam com a burocracia nas finanças e muito mais. BC: Quem é o Mito Armando Carvalho e o que faz? BC: O que motivou o Mito a ser empreendedor? BC: Teve o apoio da sua família quando optou por ser empreendedor? R: Foi um pouco difícil no princípio porque encontrava-me a fazer a faculdade e tinha mensalidades por pagar, mas foi um desafio que optei por enfrentar, e a minha família no início não viu essa opção como a melhor, mas sempre me apoio e hoje não arrependem-se de o ter feito pelos resultados positivos que eles têm notado na minha vida pessoal e profissional como empreendedor. BC: Fale-nos da sua empresa. Como é que se chama? Em que área é que opera? E o que faz? R: A Shamah Multi Service, Lda é uma empresa moçambicana virada para as necessidades actuais do mercado, com principal foco para os serviços de recursos humanos (contratação de estrangeiros), serviços migratórios, responder nota de culpa, e também temos a área de contabilidade para empresas de regime organizado e de regime simplificado. BC: Como é que consegue adquirir clientes? R: Bom, a Shamah é o que é hoje pelo facto da boa conduta, ou seja, as pessoas confiam na Shamah porque mostramos sempre ser pessoas íntegras, de boa conduta e comunicativas. Esses são os nossos pilares para conseguir adquirir novos clientes e fidelizar os antigos.

    Por exemplo, agora estamos a trabalhar com 5 empresas da cidade de Maputo e elas chegaram até a Shamah por recomendação de clientes que garantiram que a Shamah é uma empresa credível. Então podemos notar que estamos a trabalhar e a satisfazer as necessidades dos nossos clientes. R: A concorrência atualmente é notória porque temos muitos colaboradores a optarem por criar suas próprias empresas com a mesma visão das empresas que os empregavam, e estes tornam-se nos principais concorrentes da Shamah. Mas nem por isso nós deixamos de trabalhar, porque a cada dia procuramos inovar os serviços que oferecemos em diferentes vertentes. BC: Como encara a concorrência? BC: Vale a pena empreender na cidade da Beira? Porquê? R: Sim vale a pena. Bom, Beira é uma zona de oportunidade porque trata-se de uma cidade que nos favorece por ser uma zona portuária onde há várias empresas e pessoas de outros países a escoarem a sua mercadoria através do porto da Beira, cujo sistema jurídico é diferente, como é o caso de Zimbabwe, Malawi, Zâmbia, entre outros, e que a sua mercadoria parte do nosso porto. Sendo sistemas jurídicos diferentes, as empresas optam por delegar empresas moçambicanas para efectuar os trâmites das suas mercadorias, e essa é a oportunidade que temos para empreender. BC: Quais são os planos que tem para sua empresa? R: Humildade e simplicidade! R: Um dos grandes focos que tenho para o futuro da Shamah é prestar serviço de agenciamento de carga em trânsito e por isso estou a fazer o mestrado em direito fiscal e aduaneiro para perceber melhor como funciona e para estar devidamente preparado para prestar esse serviço. BC: Para si, qual é a chave do sucesso? R: Muita coragem e que sempre vale a pena seguir os nossos sonhos porque sem sonhar o homem não existe. BC: Que conselhos deixa para os jovens que pretendem engrenar no empreendedorismo? Por fim, gostaria que o Beira Connect expandisse mais essa oportunidade para os empreendedores na cidade da Beira, porque são muitos que têm tido resultados positivos na sua jornada mas continuam ocultos por falta de oportunidades como essa. Por:EquipeBeiraConnect. Assim foi a nossa entrevista com o nosso empreendedor do mês Mito Carvalho, desejamos sucessos na sua longa jornada empreendedora.

    Publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.

  • Beira Connect: uma iniciativa de desenvolvimento empresarial para a cidade da Beira

    Beira Connect: uma iniciativa de desenvolvimento empresarial para a cidade da Beira

    BEIRA CONNECT Uma iniciativa de desenvolvimento empresarial para a cidade da Beira. Actualmente, o sector empresarial em Moçambique tem tido um crescimento significativo, e a cidade da Beira tem acompanhado este ritmo e contribui para tal através do surgimento de novas start-ups e empresas com perspectivas de negócios sustentáveis. Mas estes, deparam-se com a falta de um ecossistema capaz de contribuir para o seu desenvolvimento e crescimento, onde encontram dificuldades como o estabelecimento de parcerias, identificação de oportunidades de negócios, exposição de produtos e serviços, acesso a créditos e financiamentos e a criação de uma rede de contactos robusta capaz de ter impacto positivo nos negócios.

    Foi identificando estas dificuldades que surgiu o conceito BEIRA CONNECT, uma iniciativa que tem como principal objectivo potenciar o ecossistema empresarial e o Networking na cidade da Beira através de formações, Workshops e palestras motivacionais para empresas e individuais em diversas áreas. Pretende-se com esta iniciativa criar oportunidades para as pequenas, médias e grandes empresas, empreendedores e líderes da sociedade, poderem interagir e criar sinergias em prol de dois objectivos em comum: o desenvolvimento dos seus negócios e o contributo no crescimento da economia de Moçambique de forma a criar maiores oportunidades negócios. O Beira Connect teve o seu lançamento no dia 16 de Setembro de 2017, no JD’ SOUSA Business Center, na cidade da Beira. Onde se fizeram presentes mais de 100 convidados entre, individuais e empresas em representação a cidade da Beira, Maputo, Tete e Chimoio. Também fizeram parte do evento oradores experientes com jornadas de sucesso como o Dr. Jorge Fernandes, Presidente da Associação Comercial da Beira que deixou os convidados motivados com a sua história de fracasso que teve no seu primeiro investimento em criação de camarão; o Dr. Luís Leonor, Director da 2iBi Consulting que deu o seu parecer para implementação de uma ideia de negócio no mercado; Quincardete Lourenço, Director Executivo da Future Proof Building que deixou a plateia curiosa em termos da implementação da tecnologia de informação e segurança no mundo empresarial; também contamos com a história da carreira de sucesso do Daúdo Vali, Director Geral da DHL um jovem que sonha com um moçambique melhor e luta a cada dia para que isso aconteça pois tivemos vários convidados na plateia que admiram a jornada de quem trouxe a AIESEC para moçambique dando assim oportunidades a vários jovens. Dentre as várias partilhas, ficou a mensagem “Se falha o plano A lembre-se que o alfabeto não tem apenas a letra A mas sim ainda tem mais 25 letras”, Daúdo Vali. Não foi só de partilhas de histórias e experiências sobre Tecnologias de Informação, Empreendedorismo e Liderança, que o evento foi brindado mas também com o espaço de exposição de produtos e serviços onde tivemos lá pequenas, médias e grandes empresas a exporem seu potencial. Esse foi apenas o início de uma longa jornada de sucesso para o sector empresarial beirense pois o BEIRA CONNECT veio para ficar e criar oportunidades de negócios. Porque, esta é uma iniciativa que será promovida anualmente e que se pretende posicionar como o Maior Fórum de Negócios da cidade da Beira. Por: Equipe Beira Connect

    Publicado originalmente na edição Negócios no Chiveve – Fevereiro 2018. Consultar a revista completa em PDF.